Your browser does not support JavaScript!

Terapias e Curas

II - Outras Terapias

Óleo de Copaíba

 

ÍNDICE

Óleo de copaíba é testado em 9 tipos de câncer

Processo é patenteado para evitar apropriação

Testes

Dosagem

A cura pelo óleo de copaíba e o desmatamento

O milagroso óleo de copaíba

Para que serve a Copaíba?

Propriedades da Copaíba

Modo de usar o óleo de copaíba

Como tomar o óleo de copaíba

Contraindicação da copaíba

Para que Serve o Óleo de Copaíba e como Usar

Indicações de Uso e Formas de Administração

Benefícios do Óleo de Copaíba

Prevenção de câncer

Quero Prevenir o Câncer de Mama!

Ameniza doenças respiratórias

Ação analgésica

Efeito calmante

Efeitos Colaterais

Fácil de Encontrar

Contraindicações

53º Congresso Brasileiro de Quimica

Índice de acidez dos óleos de copaíba

Resumo

Palavras Chaves

Introdução

Material e Métodos

Resultados e Discussão

Tabela 1

Conclusões

Agradecimentos

Referências Bibliográficas

ABQ - Associação Brasileira de Química


Universidade Estadual de Campinas – 19 a 25 de maio de 2003 - página 5

Pesquisas do IQ e do CPQBA envolvem também o breu de pinheiro no combate à tuberculose

Óleo de copaíba é testado em 9 tipos de câncer

Fotos: Antoninho Perri

Luiz Sugimoto

sugimoto@reitoria.unicamp.br

Substâncias sintetizadas no laboratório a partir de componentes isolados do óleo de copaíba e do breu de pinheiro apresentaram resultados importantes contra nove linhagens de câncer e contra a tuberculose, inibindo ou matando células doentes, segundo estudos de pesquisadores do Instituto de Química (IQ) e do Centro de Pesquisas Químicas, Biológicas e Agrícolas (CPQBA) da Unicamp. O processo com a copaíba, executado em nível de doutorado e patenteado em 2002, ainda carece de testes toxicológicos para averiguar se as substâncias não afetam também as células normais, o que exigiria estudos mais detalhados sobre dosagens até que se chegue a uma concentração que não seja tóxica.

Processo é patenteado para evitar apropriação

O professor Paulo Imamura, do Departamento de Química Orgânica, orientou a doutoranda Inês Lunardi em sua tese (Síntese do sesterterpeno hyrtiosal a partir do ácido copálico – Determinação da configuração absoluta do produto natural). Ele explica que uma série de reações químicas envolvendo o óleo de co paíba levou ao (-)-hyrtiosal, composto isolado da esponja marinha e patenteado por cientistas japoneses em 1992. “Aqueles testes foram dirigidos apenas contra células KB, da leucemia, com dosagens de 3 a 10 microgramas por mililitro em células doentes, o que é uma atividade razoável”, informa o professor.

 

O professor Paulo Imamura, do Instituto de Química: processo de obtenção das matérias-primas é vantajoso

A aluna do IQ, segundo Imamura, sintetizou o (-)-hyrtiosal e também compostos análogos, que passaram por testes no CPQBA, onde o professor João Ernesto de Carvalho constatou atividades contra células cancerígenas de ovário, próstata, renal, cólon, pulmão, mama, mama resistente e melanoma, mais a leucemia. Os resultados são próximos ou iguais aos encontrados na literatura envolvendo outras substâncias. Quanto ao breu de pinheiro, transformações químicas de um ácido resínico nele existente permitiram a obtenção de ozonídio, um peróxido que é altamente reativo. “O ozonídio foi enviado aos Estados Unidos para um ensaio específico contra a tuberculose, apresentando um valor de inibição da doença em torno de 85%. Ele demonstrou boa atividade, mas os experimentos pararam por aí, pois era preciso chegar acima de 90%, índice exigido para seguir adiante até os testes in vivo”, diz Paulo Imamura.

Testes

O professor João Ernesto de Carvalho, coordenador da Divisão de Farmacologia e Toxicologia do CPQBA, realizou as culturas in vitro e recorda que uma das substâncias, (-)-hyrtiosal, foi a que apresentou atividade mais seletiva, sobre a linhagem do melanoma. “Se precisasse escolher um dos compostos para dar seguimento às experiências, com testes em animais, seria este”, afirma. Ele ensina que a seletividade é o que torna o material interessante. Uma substância que destrói todas as linhagens de células cancerígenas entra no primeiro critério de exclusão, pois provavelmente mata também as células normais, inviabilizando sua aplicação no paciente. “É impossível obter uma só droga que combata todos os tipos de câncer.

 

O professor João Ernesto de Carvalho, do CPQBA: seletividade torna o material interessante

Não se trata de uma patologia única, mas de mais de cem doenças, cada qual com etiologia, sintomas, progressão e tratamento próprios”, acrescenta.

No CPQBA, as quatro substâncias foram deixadas em contato com as linhagens de câncer por 48 horas, quando se interrompeu o processo para determinação de concentração de proteínas, mostrando se houve crescimento, inibição ou morte das células em relação às concentrações que variaram de 0,25 a 250 microgramas por mililitro – faixa adotada também para drogas já aprovadas. Para passar aos testes in vivo, Carvalho afirma que precisaria de quantidades maiores das substâncias sintetizadas.

Dosagem

Apesar da ausência de testes citotóxicos, a tese de Inês Lunardi preserva sua relevância enquanto pesquisa básica. “Caso as substâncias afetem também as células normais, a limitação aumentaria, já que precisaríamos detalhar os estudos sobre a dosagem. Contudo, isso acontece com muitos produtos conhecidos, como o veneno de cobra, muitas vezes letal numa picada, mas que em baixas concentrações funciona como remédio”, ilustra Paulo Imamura.

Uma vantagem deste processo está na obtenção das matérias-primas: a copaíba, cujo óleo é extraído com a perfuração do tronco (sem corte da árvore), e o pinheiro, abundante em projetos de reflorestamento. “Não raro, uma quantidade razoável de droga natural necessita de toneladas de matéria-prima. Um exemplo é o taxol, aplicado em câncer de útero ou cólon, que antes exigia o corte de oito árvores (Taxus brevifolia) de 100 anos de idade para atender a um único paciente. Isto foi resolvido com o aproveitamento e a transformação química de substância extraída de galhos e folhas de uma espécie européia, a “Taxus baccata”, explica.

Imamura é pessimista quanto à possibilidade de a indústria farmacêutica nacional investir na pesquisa e viabilização de medicamentos à base do óleo de copaíba e do breu de pinheiro. Contudo, acha que a solicitação de patente do processo de transformação química foi um cuidado necessário: “No Brasil, costumamos sintetizar substâncias academicamente e publicar nossos trabalhos, quando há ocorrências de grandes indústrias do exterior que se apropriam dos estudos realizados no chamado terceiro mundo, principalmente na área de fitoquímica. Pelo menos no Instituto de Química, já vejo a preocupação de resguardar as pesquisas não apenas como forma de publicação”, finaliza.

V O L T A R


https://www.gazetadigital.com.br/

Cuiabá, Domingo 12/01/2020

Viva Bem Quinta-feira, 15 de Março de 2007, 03h00 | - A | + A

15.03.2007 | 03h00

A cura pelo óleo de copaíba e o desmatamento

Facebook WhatsApp WhatsApp Print google plus

O óleo de copaíba, usado por índios como cicatrizante de feridas, tem potencial para inibir ou até mesmo combater alguns tipos de câncer e outras doenças. Aliás, muitos outros óleos extraídos de forma artesanal de árvores são estudados por pesquisadores na tentativa de se descobrir as propriedades científicas que podem ser utilizadas de forma terapêutica nas mais diversas doenças. O problema é que eles, como qualquer espécie da região amazônica, correm o risco de acabar se o desmatamento no Brasil continuar desta forma desenfreada. Pior ainda: muitas plantas com potencial de cura de doentes, que ainda nem sequer são de conhecimento público, podem ter o mesmo fim. Um detalhe curioso sobre esse óleo benéfico para a saúde do ser humano é o fato dele ser extraído do tronco de uma árvore que chega a até 45 metros de altura. Ele já era usado por índios da Amazônia quando o país foi colonizado. Para os nativos, esse óleo tinha diversas utilidades. A principal delas era a de cicatrizar feridas. Os nativos aprenderam que a árvore, de onde se extrai o óleo, tinha o poder de cura ao observarem animais se esfregando nela quando estavam machucados.

Atualmente, há pesquisas que comprovam o que já se supunha no passado. De acordo com estudos de pesquisadores do Instituto de Química (IQ) e do Centro de Pesquisas Químicas, Biológicas e Agrícolas (CPQBA), da Unicamp, a copaíba apresentou resultados laboratoriais importantes contra nove tipos de câncer - ovário, próstata, renal, cólon, pulmão, dois diferentes de câncer de mama, melanoma e leucemia. Quando testado, o óleo de copaíba inibiu ou matou as células doentes. Esses pesquisadores também testaram a copaíba contra a tuberculose e conseguiram excelentes resultados. Hoje, o óleo de copaíba também tem sido testado contra a doença de Chagas, mal que atinge oito milhões de brasileiros. Ainda não existe uma única droga para combater de forma eficaz essa doença. Um dos caminhos para se viver bem, nesses casos, pode ser encontrado com os resultados dos testes mencionados. Outra pesquisa feita no Brasil com o óleo de copaíba é a do pesquisador Sérgio Mello Alves Júnior, dentista e professor universitário em Belém (Pará). Recentemente, ele estudou os efeitos do óleo em células do câncer de boca. O estudo, realizado na Faculdade de Odontologia da Universidade de São Paulo (USP), demonstrou que as células desse tipo de câncer perderam a capacidade de se multiplicar quando o tratamento foi feito com o óleo de copaíba.

Esse tipo de óleo é apenas um exemplo de benefício que pode ser extraído da mata. Existem muitos outros óleos e extratos vegetais nativos da fauna brasileira, também encontrados no estado de Mato Grosso, que apresentam essas características de potencial de cura de diversos males à saúde. O breu de pinheiro e a andiroba, por exemplo, podem até um dia ser usados como remédios no mundo inteiro. Todas essas substâncias, se estudadas de forma correta, podem curar milhares de pessoas e ainda por cima gerar recursos e desenvolvimento científico para o estado e país.

A população, no entanto, pode passar longe desse cenário se os problemas de desmatamento continuarem a todo vapor. Esse tipo de crime ambiental é grande no estado. Mato Grosso, por exemplo, lidera o ranking dos estados que mais desmatam no Brasil. A única esperança é ver que existem pesquisadores no mundo que exploram os recursos de forma sustentável e têm retorno financeiro para tanto. É o caso das indústrias cosméticas Technico-Flor e a Aveda Corp, francesa e americana respectivamente. Ambas empresas têm patentes de preparações feitas à base de óleo de copaíba. Essas empresas investiram tempo e dinheiro em pesquisas antes de ter retorno com as patentes. É assim que países sérios devem crescer cientificamente e financeiramente de forma racional. No Brasil, além de o governo não investir seriamente em pesquisas e combater o desmatamento de forma ineficaz, ainda corre-se o risco de algum outro país ou empresa se apropriar desses produtos para o uso comercial como já aconteceu no passado.

Arlindo Aburad é dentista, doutor em Patologia Bucal pela USP e professor da Univag - e-mail: arlindoaburad@uol.com.br

V O L T A R


https://assementeiras.wordpress.com/

Por Luciana Teruel30 de outubro de 201408:51

O milagroso óleo de copaíba

Foi em Madri, na Espanha, quando ouvi falar do óleo de copaíba pela primeira vez. Uma amiga brasileira, que também morava lá, estava sentindo uma dor absurda nas mãos, devido a movimentos repetitivos por trabalhar como cozinheira. Já tinha tentado de tudo para cortar a dor, até mesmo morfina, mas nada passava. Foi quando ela disse: “vou pedir pra vir do Brasil o óleo de copaíba”. Foi só chegar esse presente da natureza e começar o tratamento, que logo a dor foi passando.

A copaíba, uma árvore encontrada na Mata Atlântica e na Amazônia, é uma planta medicinal, cujo óleo é muito utilizado para aliviar inflamações, problemas de pele, feridas e machucados abertos.

Há alguns dias, eu tive feridas pelo corpo (inflamações) e resolvi experienciar o óleo de copaíba. Para mim o resultado foi incrivelmente milagroso. Em poucas horas, as inflamações foram diminuindo, a dor foi passando e, no dia seguinte, as feridas já estavam secando. Fiquei realmente impressionada com o poder dessa medicina natural. Pesquisando, vi que o óleo de copaíba é mais usado em casos de problemas de pele e artrite, mas que tem o poder de cura para uma infinidade de problemas. Em geral sua utilização é aplicar o óleo sobre as áreas afetadas, mas também existe o tratamento com a ingestão do mesmo.

O mais importante é, na hora de comprar o óleo, ter a certeza que o produto é natural e puro. Isso fará diferença no tratamento. E por tamanho encantamento com essa medicina, resolvi compartilhar aqui algumas informações importantes:

Para que serve a Copaíba?

Serve para tratar problemas de pele como pé de atleta, feridas, erupções, dermatites, pano branco, psoríase, picadas de inseto, irritações da pele, eczema, etc. Também ajuda a tratar problemas como úlceras no estômago, caspa, tosse, catarro no peito, bronquite, resfriado, gripe, leucorreia, cistite, gonorreia, diarreia, hemorroidas, frieira, artrite, dores nas juntas e musculares, herpes, sífilis, micose, garganta inflamada, sinusite, acne, gases e urticária. É indicado para infecções e inflamações e essencial para cicatrização. Assim como está sendo estudado também seu uso para o tratamento de câncer.

Propriedades da Copaíba

As propriedades da copaíba incluem a ação anti-inflamatória, anti-séptica, hipotensora, diurética, antimicrobiana, relaxante muscular, cicatrizante, desinfetante, antibacteriana, expectorante, anticancerígena, antitumoral, adstringente, antibiótica, emoliente, energizante, cicatrizante do couro cabeludo, estimulante , laxante e tônica.

Modo de usar o óleo de copaíba

Para problemas de pele: colocar uma pequena quantidade do óleo de copaíba sobre a área da pele afetada pelo menos 3 vezes ao dia.

Para artrite: colocar uma pequena quantidade do óleo em uma panela e deixar amornar, depois aplicar sobre a área afetada até 2 vezes por dia.

Como tomar o óleo de copaíba

Para que nosso organismo se acostume, na primeira semana da ingestão do óleo, tome 1 gota ao dia, de preferência após o café da manhã. Na segunda semana tome 2 gotas ao dia, sendo a primeira após o café da manhã e a segunda após o almoço. Na terceira semana ingerir 3 gotas. Uma após o café da manhã, outra após o almoço e outra após o jantar. Na quarta semana, inicia-se a dose normal, que é de 2 gotas de óleo de copaíba 3 vezes ao dia. Duas antes do café da manhã, 2 após o almoço e 2 após o jantar. Após a quarta semana, pode-se tomar 6 gotas uma única vez ao dia. Pela manhã, à tarde ou à noite, escolha a melhor opção para o seu dia-a-dia.

Contraindicação da copaíba

O óleo é contraindicado para mulheres grávidas ou em fase de lactação.

Mais informação sobre o óleo de copaíba você pode encontrar no site: www.oleodecopaiba.com.br.

E viva a medicina natural!!!

V O L T A R


https://drrocha.com.br/

Para que Serve o Óleo de Copaíba e como Usar

Olá, aqui é o Dr. Rocha quem fala novamente. Como vão vocês?

No artigo de hoje eu trago uma série de informações sobre um produto ainda pouco conhecido, mas que vem ganhando cada vez mais espaço na rotina de muitas pessoas. Estou me referindo ao óleo de copaíba.

O óleo de copaíba também é conhecido popularmente como bálsamo de copaíba.

Ele se caracteriza por sua aparência resinosa, possuindo uma série de aplicações diferentes e benéficas aos seus consumidores.

Esse produto é extraído diretamente da árvore conhecida como copaíba ou então copaibeira. O nome científico dessa árvore é Copaifera officinalis. Essa espécie de árvore cresce em todos os países da América do Sul e é amplamente encontrada na região da floresta amazônica.

Indicações de Uso e Formas de Administração

O óleo de copaíba é indicado para tratar uma série de condições do organismo, principalmente problemas de vias respiratórias, sistema urinário, afecções cutâneas e pode até mesmo ser usado como cicatrizante ou anti-inflamatório tópico.

O óleo de copaíba pode ser encontrado sob as seguintes formas:

Bálsamo;

Cápsulas;

Pomadas;

Cremes;

Loções;

Shampoos;

Sabonetes;

Óleos essenciais.

***

Saiba mais!

Especialistas alertam para riscos causados pela chamada “cultura do remédio”. Casos de intoxicação com medicamentos aumentaram 30% e a sociedade continua ignorando os benefícios dos remédios naturais para a saúde.

***

Geralmente, quando consumido sob a forma de cápsulas, sua dose diária recomendada é de 250 mg. A aplicação do bálsamo puro, em forma de pomada ou creme é indicado de duas a 3 vezes por dia.

Algo importante de ser dito, por conta de sua capacidade oleosa, é que o bálsamo deve ser utilizado em pouca quantidade. Cerca de 3 a 5 gotas são suficientes para massagens localizadas.

Já loções, shampoos e sabonetes são indicados para o banho, como forma de tratar problemas como caspa, descamações ou até mesmo algum tipo de infecção fúngica que pode causar o surgimento de micoses.

Benefícios do Óleo de Copaíba

Sempre que falo com minhas alunas sobre um produto considerado funcional, ou algum alimento, minhas alunas se mostram bastante curiosas e sempre me questionam acerca de seus efeitos benéficos.

A história se repetiu mais uma vez e fui questionado da seguinte maneira: Dr. Rocha, quais são os benefícios do óleo de copaíba?

Esse incrível óleo é capaz de promover uma série de benefícios aos seus consumidores e usuários. A seguir, mostrarei aqueles que julgo serem os melhores efeitos desse produto.

Prevenção de câncer

Alguns estudos realizados no Brasil com o óleo de copaíba mostraram que a substância pode ser eficaz no combate de nove tipos diferentes de câncer, entre os mais comuns, estariam, os câncer de próstata, mama, pele e pulmão.

Além de ser eficaz contra os cânceres, o óleo de copaíba, tem se mostrado promissor na manutenção funcional do sistema imunológico afetado por HIV.

Quero Prevenir o Câncer de Mama!

Saúde da pele

Uma das melhores atuações do óleo de copaíba se dá sobre a nossa pele.

Sua ação antibacteriana e anti-inflamatória é capaz de nutrir a derme e auxiliar na cura de problemas cutâneos, como micose, picadas, dermatites, feridas e até mesmo eczemas.

Problemas como estrias e até mesmo celulites podem ser amenizados com a aplicação constante dessa substância.

Indica-se a aplicação do óleo de copaíba sobra as áreas lesionadas, manchadas, com estrias ou celulites ao menos 2x por dia.

Ameniza doenças respiratórias

O óleo de copaíba também é amplamente utilizado de maneira regional para amenizar doenças respiratórias. Passar o óleo sob o peito, auxilia na desobstrução de alvéolos pulmonares, diminuindo quadros de problemas respiratórios como asma, bronquite, sinusite e até mesmo rinites.

Ação analgésica

Outro grande benefício do óleo de copaíba, quando utilizado diretamente sob a pele é a sua ação analgésica. Sua utilização é muito comum para tratar ou amenizar dores provenientes de gota, fibromialgia, reumatismo e até mesmo lesões esportivas.

Uma simples massagem com gotas do óleo sob a área da dor, costuma trazer alívios de maneira rápida e eficaz. Além disso, aquecer o composto, aplicar sob um pano e fazer uma compressa em articulações doloridas ou até mesmo dores na coluna são ótimas formas de trazer alívio a vários tipos de desconfortos.

Efeito calmante

O óleo de copaíba quando utilizado sob a forma de óleo essencial é capaz de trazer calmaria e intensa tranquilidade.

Por conta disso, o composto é muito utilizado em sessões de massagens, acupuntura, aulas de ioga, meditação e até mesmo na prática do pilates. Tudo isso pensando no bem-estar físico e principalmente psicológico das pessoas.

Efeitos Colaterais

Embora seja natural, o óleo de copaíba pode causar alguns efeitos colaterais indesejados em seus consumidores e utilizadores.

Dentre os efeitos adversos mais comuns relatados por quem fez uso da substância estão:

Desconforto estomacal;

Diarreia;

Flatulência;

Vômitos;

Erupções cutâneas;

Irritação na área de aplicação;

Alergias.

Fácil de Encontrar

O óleo de copaíba pode ser facilmente encontrado em farmácias magistrais, lojas de produtos naturais, ou então, em sites especializados.

Algo importante de ser dito, é que o óleo de copaíba de origem amazônica, é considerado superior aos demais tipos do mesmo óleo de diferentes regiões do Brasil. Isso se deve ao simples fato da região da Amazônia possuir características específicas ambientais, que elevam a qualidade desse óleo.

Contraindicações

Por conta de nenhum estudo ainda ter sido conduzido com grávidas, o óleo de copaíba é contraindicado para mulheres que estejam grávidas ou tentando engravidar.

Além disso, crianças com idade inferior a 6 anos de idade também são contraindicadas para fazer uso do óleo sob qualquer forma de apresentação.

É importante ressaltar, que mesmo se tratando de um produto de origem natural, seu uso não deve ocorrer de maneira indiscriminada, tampouco sem supervisão ou orientação de um profissional de saúde.

O consumo ou aplicação excessiva do óleo de copaíba pode trazer graves danos à saúde. Por isso, preze por seu bem-estar, e tenha bom senso na utilização desse composto.

Mesmo sendo um óleo natural recomenda-se evitar exageros no uso de compostos fitoterápicos. Como tudo na vida, o bom senso é fundamental para que não haja nenhum tipo de problema e manutenção de saúde.

Para ajudar você a aprender a melhor maneira de utilizar os fitoterápicos, eu criei um portal chamado Viver Nature.

O Viver Nature é um verdadeiro guia que vai ajudar você a se tratar sozinho e manter a sua saúde impecável. Cadastre-se aqui para receber todas essas informações agora mesmo.

Potencialize a ação do ÓLEO DE COPAÍBA para COMBATER DOENÇAS! Veja aqui!

Com isso, finalizo mais um conteúdo inteligente.

E você? Já fez uso do óleo de copaíba? Qual foi a finalidade? Quais foram os efeitos? Deixe um comentário contando! A troca de informações é uma ótima forma de agregarmos conhecimento.

Eu vou ficando por aqui.

Me despeço desejando paz, amor, sorte e felicidade.

Grande abraço e até a próxima.

Dr. Rocha

V O L T A R


53º Congresso Brasileiro de Quimica

Realizado no Rio de Janeiro/RJ, de 14 a 18 de Outubro de 2013.

ISBN: 978-85-85905-06-4

ÁREA: Iniciação Científica

TÍTULO:

Índice de acidez dos óleos de copaíba comercializados nas feiras livres de Ji-Paraná, Rondônia, Brasil

AUTORES: Silva, J. (IFRO) ; Mendonça, A. (IFRO) ; Oliveira, A. (IFRO) ; Ferreira, R. (IFRO) ; Rosa, J. (IFRO) ; Araújo, M.E. (IFRO)

Resumo:

O uso medicinal do óleo de copaíba é comum pela população da Amazônia. Na região norte, a demanda é atendida por diversas espécies que, muitas vezes, têm seus óleos misturados antes da comercialização. O óleo é comercializado em feiras livres, contudo pouca atenção é dada a qualidade desse produto. Portanto, objetivo foi avaliar o índice de acidez dos óleos de copaíba comercializados nas feiras livres de Ji-Paraná, Rondônia. Foram compradas três amostras de óleos, denominadas de “A”, “B” e “C”. O índice de acidez foi determinado de acordo com a metodologia Adolfo Lutz. Os óleos de copaíba tiveram altos índices de acidez (25,86 a 33,11 mg.g-1 de KOH). Os óleos estavam acondicionados em embalagens de plástico transparentes sem rotulagem adequada comparado as exigências da legislação vigente.

Palavras Chaves:

COPAIFERA; ÓLEOS VEGETAIS; AMAZÔNIA

Introdução:

A extração de óleo de diversas espécies de copaíba é uma prática comum nas comunidades do interior da Amazônia (SHANLEY e MEDINA, 2005). O óleo apresenta propriedades medicinais, sendo empregado pela população local contra infecções, como cicatrizante e antisséptico das vias urinárias (BALZON et al.; 2004). Tem utilidade ainda na indústria de cosméticos e de vernizes. A árvore de copaíba pertence à família Fabaceae, do gênero Copaifera, sendo comumente encontrada na América Latina e África Ocidental. No Brasil há ocorrência de 20 espécies localizadas nas regiões sudeste, centro-oeste e amazônica (FRANCISCO, 2005; PIERI et al., 2009). A e extração do óleo se dá por meio da perfuração do tronco. O óleo apresenta uma heterogeneidade de cor variando do amarelo ao marrom e apresenta cheiro forte, sabor amargo e acre. Na Amazônia, a demanda é atendida por diversas espécies que, muitas vezes, têm seus óleos misturados antes da comercialização (VEIGA JUNIOR & PINTO, 2002). O óleo é comumente comercializado em feiras livres, ervanários e lojas de produtos naturais (ROMERO, 2007). As feiras livres são importantes espaços onde as pessoas desenvolvem relações comerciais entre populares urbanos e rurais (GUERRA e SOUZA, 2010). Deve-se ressaltar que a disponibilidade do óleo de copaíba no comércio local é limitado, principalmente quanto aos aspectos de qualidade e regularidade de oferta (HOMMA, 1993). Há necessidade de cuidados ao longo da cadeia, principalmente com a identificação das espécies, acondicionamento do óleo em embalagens adequadas e ainda por espécie explorada e ainda armazenamento em ambiente ao abrigo do calor e da luz. Portanto, o objetivo do trabalho foi avaliar a qualidade dos óleos de copaíba comercializados nas feiras livres de Ji-Paraná, Rondônia.

Material e Métodos:

Foi realizado um levantamento do índice de acidez dos óleos de copaíba comercializados nas feiras-livres em Ji-Paraná, Ronônia. Na cidade existem apenas quatro feiras-livres que ocorrem durante a semana: feira do 2 de abril, feirão do produtor, feira da T-1 e feira da T-14. Em cada feira livre tem apenas uma barraca que vende óleos vegetais. Nas quatro feiras apenas em três tinham óleo de copaíba para comercialização. Foi comprado um litro de óleo de copaíba em cada barraca da feira. As amostras de óleo foram denominadas de “A”, “B” e “C”. A qualidade do óleo de copaíba comercializado foi avaliada por meio do índice de acidez em triplicata de acordo com a metodologia descrita por ADOLFO LUTZ (2005). A análise foi realizada no Laboratório de química geral do Instituto Federal de Rondônia, Câmpus Ji-Paraná. O índice foi comparado com o descrito na Resolução 270 de 2005 da ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) (BRASIL, 2005). Em cada barraca visitada foi observado à forma de acondicionamento do óleo, a exposição do produto ao sol, as descrições no rótulo e a procedência do óleo, a fim de identificar os fatores que podem influenciar na qualidade do óleo.

Resultados e Discussão:

Os óleos de copaíba comercializados nas feiras livres tiveram o índice de acidez variando de 25,86 a 33,11 mg.g-1 de KOH, considerado alto pela legislação vigente (BRASIL, 2005). Apenas os óleos “B” não estavam expostos ao sol, resultando em menores índices de acidez (Tabela 1). Os feirantes compram os óleos de Manaus em embalagens de plástico reutilizados de refrigerantes transparentes de 2 litros e fracionavam para garrafas de plástico menores. Os feirantes não souberam responder sobre as diferentes espécies do gênero Copaifera. Notou-se também que os óleos são comercializados sem rotulagem adequada conforme a legislação vigente. SHANLEY et al (1998) indicaram que a qualidade dos óleos vegetais nas feiras livres em Santarém, Belém e Manaus é avaliada de maneira empírica pela cor, odor e ainda a viscosidade, o que justifica as embalagens transparentes. Estudo realizado por SOUZA (2010) em Rondônia encontrou índice de acidez de 9,4 mg.g-1 de KOH para Copaifera multijulga e de 48,9 mg.g-1 de KOH considerado alto para a Copaifera piresii. O padrão visual adotado pelos feirantes não é confiável, pois há variações nas características físicas dos óleos de copaíba decorrentes de atributos genéticos e ambientais das diferentes espécies do gênero Copaifera (RIGAMONTE-AZEVEDO et al., 2006; CASCON, 2004). Além disso, as características químicas dos óleos podem ser alteradas pelo processo de extração, no caso, pela mistura de óleos de diferentes espécies, acondicionamento e exposição à luz e ao calor. O padrão de qualidade de um óleo define o seu uso industrial, por exemplo, um óleo mais fino, menos ácido tem maior fração de óleos essenciais e pode ser destinado a indústria farmacêutica ou utilizado como fixador de perfumes em empresas de cosméticos (BARBOSA et al.; 2009).

Tabela 1

Oleos de copaíba indice de acidez mg.g-1 de KOH
A 32,30
B 25,86
C 33,11

Índice de acidez das amostras de óleo de copaíba comercializadas nas feiras-livres em Ji-Paraná, Rondônia.

Conclusões:

A exposição ao sol e o fracionamento do óleo em embalagens de plástico transparentes colaboraram com a oxidação dos óleos de copaíba comercializados nas feiras livres em Ji-Paraná. O acondicionamento do óleo em embalagens transparentes, apesar de não aconselhável é mantido, pois a qualidade do óleo é avaliada popularmente pela cor e odor. Uma alternativa viável para melhorar a qualidade dos óleos de copaíba vendidos nas feiras é a capacitação dos produtores sobre as espécies de copaíba que ocorrem na região bem como técnicas de acondicionamento do óleo de acordo com a legislação vigente.

Agradecimentos:

Agradecemos ao Instituto Federal de Rondônia e ao CNPq por meio do edital 058/2010 pelas bolsas concedidas.

Referências Bibliográficas:

BALZON DR, SILVA JCGL, Santos AJ. Aspectos mercadológicos de produtos não madeireiros - Análise retrospectiva [online]. Floresta 2004; 34(3):363-371. Available from: http://ojs.c3sl.ufpr.br/ojs2/index.php/ floresta/article/view/2422/2024.

CASCON, V. Copaíba ‑ Copaifera spp. In: CARVALHO, J.C.T. (Ed.). Fitoterápicos antiinflamatórios: aspectos químicos, farmacológicos e aplicações terapêuticas. Ribeirão Preto: Tecmedd, 2004. 480p.

FRANCISCO, S. G. Uso do óleo de copaíba (Copaifera officinalis L) em inflamação ginecológica. Femina, v. 33, n. 2, p. 89-93, fev. 2005.

GUERRA, G. A. D.; SOUZA, C. A. M. 2010 Feiras em Altamira, Pará: confluência de universos de significação. Amazônica, 2 (1): 140-160.

HOMMA, A.K.O. Extrativismo vegetal na Amazônia: limites e oportunidades. Belém: Embrapa‑CPATU; Brasília: Embrapa‑SPI, 1993. 202p.

INSTITUTO ADOLFO LUTZ. Normas analíticas do Instituto Adolfo Lutz: métodos químicos e físicos para análise de alimentos. 2005.

PIERI, F. A.; MUSSI, M. C.; MOREIRA, M. A. S. Óleo de copaíba (Copaifera sp.): histórico, extração, aplicações industriais e propriedades medicinais. Rev. Bras Plantas Med., Botucatu, v. 11, n. 4, p. 465-472, 2009.

RIGAMONTE‑AZEVEDO, O.C.; WADT, P.G.S.; WADT, L.H. de O. Potencial de produção de óleo‑resina de copaíba (Copaifera spp) de populações naturais do sudoeste da Amazônia. Revista Árvore, v.30, p.583‑591, 2006.

ROMERO, A. L. Contribuição ao conhecimento químico do óleo-resina de copaíba: configuração Absoluta de Terpenos. 2007. 222f. Dissertação (Mestrado em Quimica Orgânica) – Instituto de Química, Universidade Estadual de Campinas, Campinas, 2007.

SHANLEY, P. ; CYMERS, M. e GALVÃO, J. Frutíferas da mata na vida amazônica. Belém. 87-90p. 1998.

SHANLEY, P. e MEDINA, G. Frutíferas e Plantas Úteis na Vida Amazônica. Belém: CIFOR, Imazon, 300 p. 2005.

SOUZA, F.D.R. O manejo do óleo resina de Copaifera spp. realizado pelas etnias Arara (Karo rap) e Gavião (Ikolen) na Terra Indígena Igarapé Lourdes, Rondônia. 2010. 67p. Dissertação (Mestrado) – Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia, Manaus.

VEIGA JÚNIOR, V. F.; PINTO, A. C. O gênero copaifera L. Química Nova, v.25, n.2, p.273-286, 2002.

ABQ - Associação Brasileira de Química

Av. Presidente Vargas, 633 Sala 2228 - Centro Rio de Janeiro - RJ - Brasil - 20071-004

Telefone: (21) 2224-4480 abqeventos@abq.org.br

V O L T A R


 

Como Você Pode Ajudar?

Enviando o Link desta Página para Todos os Seus amigos

e Adquirindo pelo Menos 1 Vídeo da Biblioteca Health-Beauty

Clicar Aqui para Ver Todos os Vídeos Disponíveis


 

Auto Hemoterapia - Textos